"Queria aprender a olhar e ver,
seja com os olhos da alma ou do corpo,
bem abertos ou bem fechados.
Aprender a calar mais do que falar.
Saber o que ouvir,
ou pelo menos como escutar.
E ainda que nada disso eu aprenda,
que eu saiba apenas como sorrir.
Seja dia, noite,
ou o meio de ambos.
Seja fim, começo,
mas sincero e verdadeiro."
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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
....Plaarsav....
"Quem sabe eu não corra esta noite.
Talvez eu pegue uma carona ate o deserto e me cubra de poeira dourada.
Só quem sabe que encantos recobrem a alma serão capazes de saborear a aurora.
Ainda mesmo que na hora do jantar,
ainda que regado de pedras de sal, areia e mar.
Sobre o curvado abrigo a sufocar,
saboreie ainda o gosto suave e precioso da liberdade e criatividade flutuante."
Talvez eu pegue uma carona ate o deserto e me cubra de poeira dourada.
Só quem sabe que encantos recobrem a alma serão capazes de saborear a aurora.
Ainda mesmo que na hora do jantar,
ainda que regado de pedras de sal, areia e mar.
Sobre o curvado abrigo a sufocar,
saboreie ainda o gosto suave e precioso da liberdade e criatividade flutuante."
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
this is.
"Whenever the world is alive,
not dreaming,
not crying.
Maybe on fire,
or maybe just tired.
The face will be revealed.
The sorrow will come to an end.
I'll get underneath your pale skin.
And hope will become more than a word.
'Till there's no turning back,
'till life becomes death,
'till your eyes see the truth behind these iron walls.
No sense at all shall exist,
only words.
And for that matter, that's all."
not dreaming,
not crying.
Maybe on fire,
or maybe just tired.
The face will be revealed.
The sorrow will come to an end.
I'll get underneath your pale skin.
And hope will become more than a word.
'Till there's no turning back,
'till life becomes death,
'till your eyes see the truth behind these iron walls.
No sense at all shall exist,
only words.
And for that matter, that's all."
(A.B. Giordano)
domingo, 29 de agosto de 2010
afogado
"E quando o horizonte se perder,
nos olhos de um ou outro talvez,
encontrarei o sinos a badalar,
a me lembrar de que o tempo passou e não foi ontem que o inverno acabou.
As vozes vão voltar e, ainda que eu desapareça,
não há como ignorar essa alusão à loucura.
Será outono, entre outras estações.
Esgotando as folhas secas da amarga pressa seca.
Voltará a ser pálido, e frio, e recorrente.
Quando for o tempo de acordar e ancorar no presente afogado pelo futuro do passado."
nos olhos de um ou outro talvez,
encontrarei o sinos a badalar,
a me lembrar de que o tempo passou e não foi ontem que o inverno acabou.
As vozes vão voltar e, ainda que eu desapareça,
não há como ignorar essa alusão à loucura.
Será outono, entre outras estações.
Esgotando as folhas secas da amarga pressa seca.
Voltará a ser pálido, e frio, e recorrente.
Quando for o tempo de acordar e ancorar no presente afogado pelo futuro do passado."
(A.B. Giordano)
My. sweet. funny. valentine.
If there was a sweet song,
a lovely one,
I'd write it inside the lovers hearts.
Fill them with undescribable lyrics.
And let them know how fortunate they are for finding love.
I'd carry the burden my own,
if I only knew that love is out there, somewhere..
And then again, if I had the strength, I'd write it just for the sake of mankind,
and my heart and soul...
"For thy is the only peace I have left in this world of mine."
a lovely one,
I'd write it inside the lovers hearts.
Fill them with undescribable lyrics.
And let them know how fortunate they are for finding love.
I'd carry the burden my own,
if I only knew that love is out there, somewhere..
And then again, if I had the strength, I'd write it just for the sake of mankind,
and my heart and soul...
"For thy is the only peace I have left in this world of mine."
(A.B. Giordano)
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Seja enfim
"Basta que o momento seja eterno.
Não me importa o quão longo ou curto ele possa ser.
Que seja, ainda que em partes, eternamente meu.
Para que a sombra da dúvida não venha me corroer depois.
Contanto que tenha asas,
de que importa se pode ou não voar?
E se for pra ser esquecido,
então deixe de ter existido.
E o que não posso suportar, que não faça nunca parte dessa pequena alma que desconsolada teima em guardar."
Não me importa o quão longo ou curto ele possa ser.
Que seja, ainda que em partes, eternamente meu.
Para que a sombra da dúvida não venha me corroer depois.
Contanto que tenha asas,
de que importa se pode ou não voar?
E se for pra ser esquecido,
então deixe de ter existido.
E o que não posso suportar, que não faça nunca parte dessa pequena alma que desconsolada teima em guardar."
(A.B. Giordano)
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
espera sem partida
...de encontro ao remoto passado,
no espelho empoeirado.
vi os olhos,
o rosto manchado.
as faces escondidas pela tempestuosa corrida.
os males e os fardos amarrados.
quando ainda eram solitários.
mesmo após o caminho cercado.
mesmo entre os arames farpados.
era frio.
já não é mais.
tornou-se apenas o circuito por onde se caminha com os pés descalços no asfalto.
mesmo que seja lua,
ainda que haja sol.
vir-se-ia o cenário que se amarela com o ácido.
o esfarelar do pedaço de fita que encara a brisa.
corroído pela fumaça,
esmoecendo devagar enquanto o sangue seca.
enquanto se espera.
fétido e insólito.
curioso e insolente,
na vertigem que se observa do alto de cada cume assombroso.
entrelaçado nos ossos do humilde cavalheiro.
sobre penas e pó,
acariciado pelo desejo de ser renegado,
enquanto espera pela sórdida companhia de uma dama sem alma...
no espelho empoeirado.
vi os olhos,
o rosto manchado.
as faces escondidas pela tempestuosa corrida.
os males e os fardos amarrados.
quando ainda eram solitários.
mesmo após o caminho cercado.
mesmo entre os arames farpados.
era frio.
já não é mais.
tornou-se apenas o circuito por onde se caminha com os pés descalços no asfalto.
mesmo que seja lua,
ainda que haja sol.
vir-se-ia o cenário que se amarela com o ácido.
o esfarelar do pedaço de fita que encara a brisa.
corroído pela fumaça,
esmoecendo devagar enquanto o sangue seca.
enquanto se espera.
fétido e insólito.
curioso e insolente,
na vertigem que se observa do alto de cada cume assombroso.
entrelaçado nos ossos do humilde cavalheiro.
sobre penas e pó,
acariciado pelo desejo de ser renegado,
enquanto espera pela sórdida companhia de uma dama sem alma...
(A.B. Giordano)
domingo, 15 de agosto de 2010
...
Quem disse que não sabia, mentiu.
Disse que não poderia e fugiu.
Nada do que se viu um dia restou na memória.
O que se vê traz apenas uma parte da história.
Mesmo que se apague, saberei que foi real.
Ainda de desapareça, terei certeza que existiu.
Falha o bom senso, mas permanece o inegável.
Desgasta no tempo apenas na falta da sabedoria.
Disse que não poderia e fugiu.
Nada do que se viu um dia restou na memória.
O que se vê traz apenas uma parte da história.
Mesmo que se apague, saberei que foi real.
Ainda de desapareça, terei certeza que existiu.
Falha o bom senso, mas permanece o inegável.
Desgasta no tempo apenas na falta da sabedoria.
(A.B. Giordano)
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
rascunho...
Se fosse pra falar,
o que mais eu poderia dizer?
Tudo que sei ja disse.
O que havia de concreto despejei sobre a mesa.
Sobram só isso; as sobras.
E de que vale perpetuar o que está fadado a acabar?
Ninguém se importa mesmo....
E mesmo que o caso fosse outro,
que motivos ainda me fariam voltar atras?
Ilusão se encontra em qualquer esquina.
Pra que mais uma nessa vida torta e sem rumo?
Fica o despejo.
Adeus ao apelo.
De resto não há como perdurar.
Resto e sobra.
O fim do poço vazio; sem água sem palavras, sem algo que o valha.
o que mais eu poderia dizer?
Tudo que sei ja disse.
O que havia de concreto despejei sobre a mesa.
Sobram só isso; as sobras.
E de que vale perpetuar o que está fadado a acabar?
Ninguém se importa mesmo....
E mesmo que o caso fosse outro,
que motivos ainda me fariam voltar atras?
Ilusão se encontra em qualquer esquina.
Pra que mais uma nessa vida torta e sem rumo?
Fica o despejo.
Adeus ao apelo.
De resto não há como perdurar.
Resto e sobra.
O fim do poço vazio; sem água sem palavras, sem algo que o valha.
(A.B. Giordano)
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Fim
"E quem foi que disse que o amor não acaba?
Quem disse que seria eterno e fez com que eu me sentisse enganada?
A manha que se despede sorri com cinismo.
Só o sol a me fitar me traz de volta abrigo.
O orvalho secou, nada resta pra provar.
Sentimento que vem e vai, assim como o amor,
são todos aqueles que o coração pode abrigar."
Quem disse que seria eterno e fez com que eu me sentisse enganada?
A manha que se despede sorri com cinismo.
Só o sol a me fitar me traz de volta abrigo.
O orvalho secou, nada resta pra provar.
Sentimento que vem e vai, assim como o amor,
são todos aqueles que o coração pode abrigar."
(A.B. Giordano)
Carta de amor
Me lembro do seu olhar, e de como me sinto quando ele parece ser meu... Quando penso em você, quase posso sentir seu perfume no ar...
Sinto seu abraço, seus braços sobre os meus ombros... O toque dos seus lábios sobre a minha testa, e o calor que me toma quando aberta minha cintura contra o seu corpo...
A saudade que sinto quando está tão perto sem que eu possa te tocar, e o temor que vem quando chega a hora de te deixar...
Lembro do seu rosto... quando passa a mão sob a testa porque está preocupado, ou quando levanta a sobrancelha quando fica inconformado... suas caras sempre são as mesmas, mas é seu jeito de fazê-las que me fascina cada vez que as vejo...
Seu olhar indecifrável, único entre os tantos que guardei na memória, hora me faz feliz por não saber tudo à seu respeito, hora me assusta pois quando o vejo, não sei o que dizer...
Penso na alegria que sinto quando estou ao seu lado, quando conversamos e sei que você me ouve de fato...
A falta que me faz a sua voz.. como fiquei triste quando disse que ligaria e o telefone não tocou...
A lembrança de meus sonhos quando os tenho ao passar a noite ao seu lado, o medo que já senti quando te vi tão vulnerável...
A vontade que tive de dizer sim, e a felicidade por ter dito não... o medo de ter perdido a chance, a alegria de ter recebido seu cartão com as palavras certas para descrever toda essa confusão...
Quando te vejo dormir, me apaixono ainda mais pela beleza do seu semblante... sinto a calma que te percorre e esqueço de tudo que existe...
Quando você sorri pra mim... quando põe a mão sobre a minha perna quando estamos sentados juntos... sua mão sobre o meu cabelo quando me beija de uma forma diferente...
Quando vem me dizer oi e me abraça lentamente...
Seu jeito de sentar e expressar tudo o que esta pensando com um olhar... a forma como fala, não só comigo, mas com todos que vem te questionar...
Sua serenidade, a calma que habita no seu caminhar... seu cuidado ao sempre me deixar passar... a forma como pega na minha mão ou me abraça ao caminharmos... sua delicadeza quando se aproxima ou quando começa a falar... É tudo tão perfeito que às vezes nem posso acreditar...
Me lembro da primeira vez que o vi, até a despedida de ontem quando você teve que partir...
A dor que sinto quando sei que não vou te ver se transforma em saudade...
Sinto sua falta do momento em que abro os olhos pela manhã, até quando os fecho novamente para dormir... Me sinto livre ao seu lado e nada me preocupa além do tempo, pois de tudo que existe, sinto que só ele é capaz de te levar pra longe de mim a qualquer momento...
Sinto seu abraço, seus braços sobre os meus ombros... O toque dos seus lábios sobre a minha testa, e o calor que me toma quando aberta minha cintura contra o seu corpo...
A saudade que sinto quando está tão perto sem que eu possa te tocar, e o temor que vem quando chega a hora de te deixar...
Lembro do seu rosto... quando passa a mão sob a testa porque está preocupado, ou quando levanta a sobrancelha quando fica inconformado... suas caras sempre são as mesmas, mas é seu jeito de fazê-las que me fascina cada vez que as vejo...
Seu olhar indecifrável, único entre os tantos que guardei na memória, hora me faz feliz por não saber tudo à seu respeito, hora me assusta pois quando o vejo, não sei o que dizer...
Penso na alegria que sinto quando estou ao seu lado, quando conversamos e sei que você me ouve de fato...
A falta que me faz a sua voz.. como fiquei triste quando disse que ligaria e o telefone não tocou...
A lembrança de meus sonhos quando os tenho ao passar a noite ao seu lado, o medo que já senti quando te vi tão vulnerável...
A vontade que tive de dizer sim, e a felicidade por ter dito não... o medo de ter perdido a chance, a alegria de ter recebido seu cartão com as palavras certas para descrever toda essa confusão...
Quando te vejo dormir, me apaixono ainda mais pela beleza do seu semblante... sinto a calma que te percorre e esqueço de tudo que existe...
Quando você sorri pra mim... quando põe a mão sobre a minha perna quando estamos sentados juntos... sua mão sobre o meu cabelo quando me beija de uma forma diferente...
Quando vem me dizer oi e me abraça lentamente...
Seu jeito de sentar e expressar tudo o que esta pensando com um olhar... a forma como fala, não só comigo, mas com todos que vem te questionar...
Sua serenidade, a calma que habita no seu caminhar... seu cuidado ao sempre me deixar passar... a forma como pega na minha mão ou me abraça ao caminharmos... sua delicadeza quando se aproxima ou quando começa a falar... É tudo tão perfeito que às vezes nem posso acreditar...
Me lembro da primeira vez que o vi, até a despedida de ontem quando você teve que partir...
A dor que sinto quando sei que não vou te ver se transforma em saudade...
Sinto sua falta do momento em que abro os olhos pela manhã, até quando os fecho novamente para dormir... Me sinto livre ao seu lado e nada me preocupa além do tempo, pois de tudo que existe, sinto que só ele é capaz de te levar pra longe de mim a qualquer momento...
(A.B. Giordano)
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
(Sem Titulo)
Não sei se você vê o que vejo,
Se sente o que sinto,
Se vai ou se fica...
Não sei se suas horas são tão longas quanto as minhas,
Se sua estrada e tão escura e sombria,
Se está tão perdido quanto eu dentro dessas linhas...
Não sei o que dizer,
Às vezes tenho ate medo de pensar,
Não sei o que você vê
E nem sei aonde esta.
Não sei de seus temores,
E não sei porque não quer me mostrar.
Não entendo esse seu novo rosto,
Mas não quero te pressionar,
Apesar de ter meus medos,
Desta vez não vou me deixar levar.
E quem sabe o que esta por vir,
Será que o sentimento virá ou me fará partir?
Serei eu pra você,
e você pra mim?
Será esta a razão pra se viver?
Ou será apenas loucura ou paixão,
Amor insano, ou quem sabe ilusão...
E será você aquele a me esperar na janela,
A me fazer companhia nesta vida singela?
Será que existe enfim um “nós” ?
Ou estou a sonhar com seus olhos debaixo de meus frios lençóis?
E se ainda não houver,
Mas estiver pra existir,
Como saberei enfim o que é,
Se às vezes tenho vontade de partir?..
Partir pra longe de teu tão sereno encanto,
Que me fascina e detém,
Me alucina e me faz refém...
Tento fugir do teu olhar,
Pois às vezes não sei o que pensar...
Mas não posso mais te ignorar.
Nem mais sequer tentar...
Pois sem teu calor, nada mais além do inverno haverá,
Sem teus beijos, enfim não serei capaz de nem mesmo respirar.
Sem seus braços sobre meus ombros, não haverá quem poderá mais me salvar,
E sem a luz dos teus olhos enfim,
A luz do meu mundo então se apagará...
E quanto mais ainda preciso falar,
Pra que você entenda meu motivo pra sonhar?
(A.B. Giordano)
Se sente o que sinto,
Se vai ou se fica...
Não sei se suas horas são tão longas quanto as minhas,
Se sua estrada e tão escura e sombria,
Se está tão perdido quanto eu dentro dessas linhas...
Não sei o que dizer,
Às vezes tenho ate medo de pensar,
Não sei o que você vê
E nem sei aonde esta.
Não sei de seus temores,
E não sei porque não quer me mostrar.
Não entendo esse seu novo rosto,
Mas não quero te pressionar,
Apesar de ter meus medos,
Desta vez não vou me deixar levar.
E quem sabe o que esta por vir,
Será que o sentimento virá ou me fará partir?
Serei eu pra você,
e você pra mim?
Será esta a razão pra se viver?
Ou será apenas loucura ou paixão,
Amor insano, ou quem sabe ilusão...
E será você aquele a me esperar na janela,
A me fazer companhia nesta vida singela?
Será que existe enfim um “nós” ?
Ou estou a sonhar com seus olhos debaixo de meus frios lençóis?
E se ainda não houver,
Mas estiver pra existir,
Como saberei enfim o que é,
Se às vezes tenho vontade de partir?..
Partir pra longe de teu tão sereno encanto,
Que me fascina e detém,
Me alucina e me faz refém...
Tento fugir do teu olhar,
Pois às vezes não sei o que pensar...
Mas não posso mais te ignorar.
Nem mais sequer tentar...
Pois sem teu calor, nada mais além do inverno haverá,
Sem teus beijos, enfim não serei capaz de nem mesmo respirar.
Sem seus braços sobre meus ombros, não haverá quem poderá mais me salvar,
E sem a luz dos teus olhos enfim,
A luz do meu mundo então se apagará...
E quanto mais ainda preciso falar,
Pra que você entenda meu motivo pra sonhar?
"Perdi minhas palavras um dia,
Mas você as trouxe de volta pra mim.
E mesmo que não haja um jeito
De te agradecer por tal bondade,
Mando-te todos meus beijos
Pra simplesmente terminar esta frase..."
(A.B. Giordano)
domingo, 8 de agosto de 2010
Pra não dizer que não amei..
Eu me sinto tão sozinha às vezes,
E tenho medo de te procurar.
Tenho medo que você não vá estar lá,
Ou que diga algo que vai me magoar.
Tenho medo do seu olhar,
De ver dentro dele que não existe mais um lugar pra mim...
Tenho medo de que você não entenda
Ou que ache idiota os motivos pelos quais eu choro,
Que me esqueça...
Eu procuro a sua mão,
Tento ver seu rosto.
Imagino seu sorriso.
Como eu queria que você estivesse aqui...
Pois assim eu poderia dizer que te amo,
E sua mão tocaria a minha.
Assim como seus lábios,
E eu poderia sentir que não há mais motivos pra temer...
Minhas lagrimas parariam de inundar meus olhos,
E meu coração poderia então,
Simplesmente,
Acalmar...
Eu amo você.
De verdade.
E se quer saber,
Não sei mais o que faço pra que você entenda,
Que às vezes eu preciso te ouvir dizer o que sente.
Preciso que você me mostre se posso te amar,
Ou se meu sentimento não passa de uma ilusão.
Preciso sentir que há algo em você,
Se seu desejo é também estar ao meu lado.
Preciso saber se você quer ficar ou partir,
que me diga sim ou não,
Que me mostre que você esta lá quando estiver ao meu lado,
E que mesmo longe,
Uma parte sua fica comigo...
Sei que isso parece idiota,
Mas preciso dizer o que eu sinto.
Do contrario,
Acabaria fugindo de você,
pois é isso que sempre fiz.
E simplesmente um dia
Tudo acabaria sem explicação...
E eu não queria que isso acontecesse..
Não com você.
Pois o que hoje você significa pra mim,
É mais do que eu poderia sequer tentar expressar...
E tenho medo de te procurar.
Tenho medo que você não vá estar lá,
Ou que diga algo que vai me magoar.
Tenho medo do seu olhar,
De ver dentro dele que não existe mais um lugar pra mim...
Tenho medo de que você não entenda
Ou que ache idiota os motivos pelos quais eu choro,
Que me esqueça...
Eu procuro a sua mão,
Tento ver seu rosto.
Imagino seu sorriso.
Como eu queria que você estivesse aqui...
Pois assim eu poderia dizer que te amo,
E sua mão tocaria a minha.
Assim como seus lábios,
E eu poderia sentir que não há mais motivos pra temer...
Minhas lagrimas parariam de inundar meus olhos,
E meu coração poderia então,
Simplesmente,
Acalmar...
Eu amo você.
De verdade.
E se quer saber,
Não sei mais o que faço pra que você entenda,
Que às vezes eu preciso te ouvir dizer o que sente.
Preciso que você me mostre se posso te amar,
Ou se meu sentimento não passa de uma ilusão.
Preciso sentir que há algo em você,
Se seu desejo é também estar ao meu lado.
Preciso saber se você quer ficar ou partir,
que me diga sim ou não,
Que me mostre que você esta lá quando estiver ao meu lado,
E que mesmo longe,
Uma parte sua fica comigo...
Sei que isso parece idiota,
Mas preciso dizer o que eu sinto.
Do contrario,
Acabaria fugindo de você,
pois é isso que sempre fiz.
E simplesmente um dia
Tudo acabaria sem explicação...
E eu não queria que isso acontecesse..
Não com você.
Pois o que hoje você significa pra mim,
É mais do que eu poderia sequer tentar expressar...
(A.B. Giordano)
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Incorrigível
Que haja um silêncio,
na prece da mãe,
no apelo do pai.
Que haja alento.
Acolhido pelo peito,
abraçado mesmo que pelo vento.
Seja verdadeiro,
ainda que só neste momento.
É aquecido,
amado.
Sob a abóbada encoberta.
É eterno.
Salvo o sopro do calafrio,
tudo que sobra de algo que vez passada foi vazio,
é céu e mar.
O canto claro na sala de estar.
Fiel.
Seguro.
O seio materno,
no terno abraço paterno.
Incorrigível como não pode deixar de ser.
Coberto de cores,
acompanhado do amanhecer.
É o desejo de algo que não cabe descrever.
na prece da mãe,
no apelo do pai.
Que haja alento.
Acolhido pelo peito,
abraçado mesmo que pelo vento.
Seja verdadeiro,
ainda que só neste momento.
É aquecido,
amado.
Sob a abóbada encoberta.
É eterno.
Salvo o sopro do calafrio,
tudo que sobra de algo que vez passada foi vazio,
é céu e mar.
O canto claro na sala de estar.
Fiel.
Seguro.
O seio materno,
no terno abraço paterno.
Incorrigível como não pode deixar de ser.
Coberto de cores,
acompanhado do amanhecer.
É o desejo de algo que não cabe descrever.
(A.B. Giordano)
domingo, 1 de agosto de 2010
Helpless
Não me deixe a mercê das sombras!
Levante-se e corra comigo!
Acorde de uma vez!
Seja quem for, não fuja. Não hoje!
Que será de mim quando a noite chegar?
Que chances tenho eu de vislumbrar outro amanhecer?
Não vê que estou só?
Não percebe que nada me restou além do medo e do terror?
Se fosse cedo, eu te deixaria partir,
porem a lua ainda brilha sobre o telhado de madeira.
Se fosse sol, nada me preocuparia,
mas sem a luz permanecem frias as infinitas sombras.
Levante-se e corra comigo!
Acorde de uma vez!
Seja quem for, não fuja. Não hoje!
Que será de mim quando a noite chegar?
Que chances tenho eu de vislumbrar outro amanhecer?
Não vê que estou só?
Não percebe que nada me restou além do medo e do terror?
Se fosse cedo, eu te deixaria partir,
porem a lua ainda brilha sobre o telhado de madeira.
Se fosse sol, nada me preocuparia,
mas sem a luz permanecem frias as infinitas sombras.
(A.B. Giordano)
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Confesso
Me perdi por entre quase todos os dias.
Horas não me são familiares.
Nada que se possa contar me interessaria.
Segui as pegadas,
mas não seja tolo de me perguntar;
que horas espera ver se não desfrutaste sequer o segundo que acabara de passar?
Não me questione mais!
Seja fiel ao encontro, nada mais.
Tenha coragem e me olhe nos olhos e nada mais.
Sussurrarei em teu túmulo.
Perdoe-me se acaso eu chorar.
Minha façanha em ser cruel me faz jus mesmo quando a lágrima teima em derramar.
Silenciarei teus olhos. Cerrarei teu falar.
Já coroei teus pesares, mas ainda sim teimo em negar.
Pois então fuja! Fuja e não me deixes te encontrar.
Arraste tua cova para o mais longe que puder.
E então quando minha carne decidir repousar,
e eu tiver todas as mágoas para contar e os infinitos dias para decifrar,
Não seja tolo ao acreditar que pode sequer tentar me perdoar.
Horas não me são familiares.
Nada que se possa contar me interessaria.
Segui as pegadas,
mas não seja tolo de me perguntar;
que horas espera ver se não desfrutaste sequer o segundo que acabara de passar?
Não me questione mais!
Seja fiel ao encontro, nada mais.
Tenha coragem e me olhe nos olhos e nada mais.
Sussurrarei em teu túmulo.
Perdoe-me se acaso eu chorar.
Minha façanha em ser cruel me faz jus mesmo quando a lágrima teima em derramar.
Silenciarei teus olhos. Cerrarei teu falar.
Já coroei teus pesares, mas ainda sim teimo em negar.
Pois então fuja! Fuja e não me deixes te encontrar.
Arraste tua cova para o mais longe que puder.
E então quando minha carne decidir repousar,
e eu tiver todas as mágoas para contar e os infinitos dias para decifrar,
Não seja tolo ao acreditar que pode sequer tentar me perdoar.
(A.B. Giordano)
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Nada mais
Descalços são os pés frios e calejados a torturar a carne.
Em busca da razão.
Uma incessante peregrinação.
Sem inicio.
Nunca um fim.
Procurando o sentido,
um meio de encorajar a vã existência.
Perdidos entre o que sobra do espaço.
Sozinhos e constantes como o desespero em si.
Falta a solução,
não mais do que a própria razão.
Sem a esperança do encontro.
Caminham apenas por não saber parar.
São feitos de ossos,
regados com sangue.
São doloridos.
São vivos.
Conhecem apenas o duro cimento e nada mais.
Em busca da razão.
Uma incessante peregrinação.
Sem inicio.
Nunca um fim.
Procurando o sentido,
um meio de encorajar a vã existência.
Perdidos entre o que sobra do espaço.
Sozinhos e constantes como o desespero em si.
Falta a solução,
não mais do que a própria razão.
Sem a esperança do encontro.
Caminham apenas por não saber parar.
São feitos de ossos,
regados com sangue.
São doloridos.
São vivos.
Conhecem apenas o duro cimento e nada mais.
(A.B. Giordano)
domingo, 18 de julho de 2010
Que a imaculada solidão que devora os pequenos e os bons,
não seja tão fria esta noite.
Que seja clemente, paciente.
Ainda que as lagrimas sejam verdadeiras,
permaneça em silêncio,
deixe que o suor aqueça.
Sempre em busca do fiel amador pensamento,
seja bom ou desapareça.
Desapareça com o vento, esqueça de um ou qualquer endereço.
Seja amavel.
Não me negue abrigo no amargo e corrosivo mar salgado.
Seja breve então.
Seja cuidadoso.
Pois eis aqui o resquicio de minha sanidade...
não seja tão fria esta noite.
Que seja clemente, paciente.
Ainda que as lagrimas sejam verdadeiras,
permaneça em silêncio,
deixe que o suor aqueça.
Sempre em busca do fiel amador pensamento,
seja bom ou desapareça.
Desapareça com o vento, esqueça de um ou qualquer endereço.
Seja amavel.
Não me negue abrigo no amargo e corrosivo mar salgado.
Seja breve então.
Seja cuidadoso.
Pois eis aqui o resquicio de minha sanidade...
(A.B. Giordano)
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Se, e então nada
O que quer que seja, não vou me arrepender.
Não vou remoer ou relembrar ou sofrer.
Deixo pra lá.
Já esqueci...
Apesar do medo ainda,
Tenho fé.
E fé nada mais é do que o que já é;
Uma confiança absoluta.
Resoluta.
Cegamente e sem culpa.
Amanheço novamente.
Sigo meu caminho, que vai sempre em frente.
Incrivelmente.
Solenemente.
Não só em minha singular e grandiosa mente.
É mais do que vejo,
Mais do que sinto.
Mas nada mais é do que do que um simples mito.
Vagam pela alma, supostos ventos de outrora.
Supostas frases de outrem.
Frases que vão, ventos que vem.
Inconscientes.
Iminentes.
Inconseqüentes.
Pelo prazer de sonhar somente.
São altos sem baixo.
Começo meio fim.
Escuro.
Sem textura.
Duvidosamente segura...
E por que não como amores?
Uma vez que a vogal está indubitavelmente à altura...
A não ser pelo universo que a envolve,
Nada mais a cobre.
Seria mais do que mar. Mais do que ar. Mais do mesmo que já está lá.
E de quem falamos então?
Senão do pequeno engano que me causastes com seu não.
Tudo pó.
Cinzas que vagam com a brisa.
Sem destino.
Sem motivo.
Sem morada.
Nada fez pra sem amada.
Não.
E tudo por conta da falta de um sim.
E sim, se é como dissestes em segredo pra mim.
Sem silaba alguma ou frase nenhuma.
Se, e então nada.
Nem pra mim.
Nem pra ti.
Ora fosse por amor.
Sem preço pela angustia de uma dor.
Sem sim.
Só não.
Só mim.
Na presença então.
Não sua.
Sim minha.
Só por hoje.
Mesmo que não haja mais palavras por entre essas linhas.
E sou eu.
Ninguém mais.
Em paz.
Pois com as letras que fortemente quiseste me negar,
Fui mais longe do que um dia puderas tu sonhar.
E se apenas tu aprendeste o que tanto tentei lhe ensinar.
Tudo caminha de volta, sempre para o mesmo lugar...
E amanheço novamente.
Cegamente e sem culpa.
Resoluta.
Uma confiança absoluta.
E fé nada mais é do que o que já é;
Tenho fé.
Apesar do medo ainda,
Já esqueci...
Deixo pra lá.
Não vou remoer ou relembrar ou sofrer.
O que quer que seja, não vou me arrepender.
Não vou remoer ou relembrar ou sofrer.
Deixo pra lá.
Já esqueci...
Apesar do medo ainda,
Tenho fé.
E fé nada mais é do que o que já é;
Uma confiança absoluta.
Resoluta.
Cegamente e sem culpa.
Amanheço novamente.
Sigo meu caminho, que vai sempre em frente.
Incrivelmente.
Solenemente.
Não só em minha singular e grandiosa mente.
É mais do que vejo,
Mais do que sinto.
Mas nada mais é do que do que um simples mito.
Vagam pela alma, supostos ventos de outrora.
Supostas frases de outrem.
Frases que vão, ventos que vem.
Inconscientes.
Iminentes.
Inconseqüentes.
Pelo prazer de sonhar somente.
São altos sem baixo.
Começo meio fim.
Escuro.
Sem textura.
Duvidosamente segura...
E por que não como amores?
Uma vez que a vogal está indubitavelmente à altura...
A não ser pelo universo que a envolve,
Nada mais a cobre.
Seria mais do que mar. Mais do que ar. Mais do mesmo que já está lá.
E de quem falamos então?
Senão do pequeno engano que me causastes com seu não.
Tudo pó.
Cinzas que vagam com a brisa.
Sem destino.
Sem motivo.
Sem morada.
Nada fez pra sem amada.
Não.
E tudo por conta da falta de um sim.
E sim, se é como dissestes em segredo pra mim.
Sem silaba alguma ou frase nenhuma.
Se, e então nada.
Nem pra mim.
Nem pra ti.
Ora fosse por amor.
Sem preço pela angustia de uma dor.
Sem sim.
Só não.
Só mim.
Na presença então.
Não sua.
Sim minha.
Só por hoje.
Mesmo que não haja mais palavras por entre essas linhas.
E sou eu.
Ninguém mais.
Em paz.
Pois com as letras que fortemente quiseste me negar,
Fui mais longe do que um dia puderas tu sonhar.
E se apenas tu aprendeste o que tanto tentei lhe ensinar.
Tudo caminha de volta, sempre para o mesmo lugar...
E amanheço novamente.
Cegamente e sem culpa.
Resoluta.
Uma confiança absoluta.
E fé nada mais é do que o que já é;
Tenho fé.
Apesar do medo ainda,
Já esqueci...
Deixo pra lá.
Não vou remoer ou relembrar ou sofrer.
O que quer que seja, não vou me arrepender.
(A.B. Giordano)
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Sonhava...
“She looked over the window, waiting for the rain to fade.
Wishing for a night full of stars... the moon.
Enquanto as gotas batiam no vidro da janela,
Ela imaginava. Sonhava... acreditava.
Talvez fosse o vento o único, num segundo de instante, a lhe falar e a lhe ouvir.
Talvez fosse o som... de cada gota que encostava no chão, seu único refugio.
Ou quem sabe, fosse apenas a esperança de que o mundo ainda girava, mesmo depois de lhe parecer ter acabado.
Quem sabe não era a porta da varanda a bater que lhe tirava a concentração.
E se fosse, então por que?
O pensamento vagando incomodava...
Faltava ar na sala.
O radio ligado, não lhe dizia nada. Nada lhe parecia estar vivo.
Ate a samambaia pendurada ao lado da porta lhe ignorava, voltada para a parede, como se estivesse ainda mais triste.
E tudo lhe fazia falta.
Tudo parecia vazio.
Só. E ate grande demais.
Seu coração teimava em bater... em lhe fazer viver, mesmo que sua alma já estivesse em outro lugar, seu corpo não parecia disposto a desistir de tentar.
E ao encostar a cabeça no braço do sofá, fechou os olhos e pensou:
“Se amanha ou depois, simplesmente irei morrer, então qual a necessidade de viver? Se de repente, meu coração parar de bater, então por que não deixar pra lá? Por que então viver? Pra que respirar? Por que tudo tem importância se vai acabar?”
E vagou noite a fora com os pensamentos crescendo em sua mente.
Tentou esquecer, mas nada a fazia voltar atrás.
Era tarde demais.
"Too damn late..."
Olhou a sua volta. Buscou uma resposta.
Buscou uma solução, mas o mistério que habita na vida, é tão grande ou maior do que habita na morte.
E talvez fosse melhor mesmo que continuasse assim, pois pelo menos podia ouvir o som das águas que caem misteriosamente do céu. Sentir a brisa chegando, invisível.
Pois respostas são apenas respostas. Pode-se viver com ou sem elas.
Mas o que fazer quando se vive na duvida? Na duvida do que é viver?
Wishing for a night full of stars... the moon.
Enquanto as gotas batiam no vidro da janela,
Ela imaginava. Sonhava... acreditava.
Talvez fosse o vento o único, num segundo de instante, a lhe falar e a lhe ouvir.
Talvez fosse o som... de cada gota que encostava no chão, seu único refugio.
Ou quem sabe, fosse apenas a esperança de que o mundo ainda girava, mesmo depois de lhe parecer ter acabado.
Quem sabe não era a porta da varanda a bater que lhe tirava a concentração.
E se fosse, então por que?
O pensamento vagando incomodava...
Faltava ar na sala.
O radio ligado, não lhe dizia nada. Nada lhe parecia estar vivo.
Ate a samambaia pendurada ao lado da porta lhe ignorava, voltada para a parede, como se estivesse ainda mais triste.
E tudo lhe fazia falta.
Tudo parecia vazio.
Só. E ate grande demais.
Seu coração teimava em bater... em lhe fazer viver, mesmo que sua alma já estivesse em outro lugar, seu corpo não parecia disposto a desistir de tentar.
E ao encostar a cabeça no braço do sofá, fechou os olhos e pensou:
“Se amanha ou depois, simplesmente irei morrer, então qual a necessidade de viver? Se de repente, meu coração parar de bater, então por que não deixar pra lá? Por que então viver? Pra que respirar? Por que tudo tem importância se vai acabar?”
E vagou noite a fora com os pensamentos crescendo em sua mente.
Tentou esquecer, mas nada a fazia voltar atrás.
Era tarde demais.
"Too damn late..."
Olhou a sua volta. Buscou uma resposta.
Buscou uma solução, mas o mistério que habita na vida, é tão grande ou maior do que habita na morte.
E talvez fosse melhor mesmo que continuasse assim, pois pelo menos podia ouvir o som das águas que caem misteriosamente do céu. Sentir a brisa chegando, invisível.
Pois respostas são apenas respostas. Pode-se viver com ou sem elas.
Mas o que fazer quando se vive na duvida? Na duvida do que é viver?
(A.B. Giordano)
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